A Igreja de Aya Tekla — um santuário subterrâneo perto de Silifke, em Mersin

A Igreja de Aya Tekla — santuário subterrâneo da primeira mártir cristã da Cilícia

A quatro quilómetros a sul de Silifke, na colina de Meryemlik («pertencente à Virgem Maria»), encontra-se um dos complexos de peregrinação paleocristãos mais invulgares do Mediterrâneo. Aqui, numa caverna, segundo a tradição, passou os últimos anos da sua vida e foi sepultada Santa Tecla — a primeira mulher mártir da Igreja cristã, discípula do apóstolo Paulo. A Igreja de Aya Tekla (Aya Tekla Kilisesi) não é apenas um conjunto de ruínas, mas um local visitado por peregrinos desde o século IV: a famosa viajante Egeria esteve aqui em 384, e Grigório de Nazianzo rezou neste local. A Igreja de Aya Tekla deu nome a todo um complexo de edifícios: uma igreja subterrânea em caverna, uma grande basílica, uma igreja abobadada, banhos, cisternas — tudo isto surgiu em torno da única gruta onde, segundo a lenda, a santa desapareceu.

História e origem da Igreja de Aya Tekla

Tecla (Θέκλα) — personagem dos «Atos de Paulo e Tecla» (Acta Pauli et Theclae), um texto apócrifo do século II. Segundo a tradição, era uma jovem de Icônia (atual Konya), que ouviu a pregação do apóstolo Paulo e se tornou sua seguidora. Tendo recusado o casamento que a família lhe tinha destinado, Tecla sofreu várias tentativas de execução — foi lançada à fogueira e atirada às feras, mas sobreviveu milagrosamente. Após as suas andanças, Tecla estabeleceu-se nos arredores de Selêucia (Silifke) e passou ali os seus últimos anos numa caverna no topo de uma colina. Segundo a Wikipédia turca, quando foi novamente atacada, a terra abriu-se e engoliu-a: ela literalmente «desapareceu na terra».

Até 312, a caverna foi um local secreto de culto para os cristãos perseguidos pelas autoridades romanas. Após o Édito de Milão de 313, que legalizou o cristianismo, o culto a Tecla floresceu abertamente. Em 374, este local foi visitado por Gregório Nazianzeno (Gregorius Nazianzenus). Em 384, chegou aqui Egeria — uma peregrina que deixou uma descrição detalhada da sua viagem («Itinerarium Egeriae»). Ela registou que, em torno do martírio de Tecla, existiam inúmeras celas monásticas para homens e mulheres, e que o próprio martírio se situava no interior de uma igreja cercada por uma parede.

Entre 460 e 470, por decreto de Zenão Isauro (que reinou entre 474 e 491), foi erigida no topo da colina a Grande Basílica de Tecla — uma igreja de três naves, a maior da Cilícia da época. Parte das outras construções do complexo — a igreja abobadada, os banhos, as cisternas — também é atribuída a Zenão ou à sua época. O historiador de arquitetura alemão Josef Stschigowski escreveu em 1903 a frase que se tornou famosa: «Meriamlik muss ausgegraben werden» («Meriamlik deve ser escavado»). Esta frase continua a ser citada na literatura científica até aos dias de hoje. Os investigadores alemães Ernst Herzfeld e Samuel Guyer realizaram escavações parciais durante três semanas, que permitiram reconstruir as plantas dos edifícios principais. Atualmente, o historiador de arquitetura Metin Ahunbay conduz estudos superficiais.

Arquitetura e o que ver

O complexo de Meryemlik inclui vários edifícios separados, espalhados pela encosta da colina. Todos eles estão, de uma forma ou de outra, ligados ao culto da Santa Tecla.

Igreja subterrânea na caverna (Yeraltı Kilisesi)

Este é o principal local de visita. A caverna, que segundo a tradição foi o último refúgio e túmulo de Tecla, foi transformada em igreja em algum momento da história do cristianismo primitivo. Hoje, está equipada com iluminação elétrica e uma escada para descer. No interior, conservam-se fragmentos de paredes de pedra e da abóbada. Na caverna e a norte dela, sobreviveram parcialmente cisternas antigas — segundo os investigadores, estas forneciam água curativa aos peregrinos.

A Grande Basílica de Tecla

No topo da colina encontram-se as ruínas de uma basílica de três naves do século V — a maior igreja da Cilícia da sua época. De todo o edifício, apenas se conservou uma parte da abside — a parede oriental, com a extremidade voltada para o céu. É precisamente este fragmento que costuma ser fotografado tendo como pano de fundo o horizonte azul do Mediterrâneo. É possível compreender a dimensão original da basílica ao contornar o perímetro da fundação: o edifício era enorme.

A igreja «abobadada»

Um elemento controverso do complexo é a chamada «igreja com cúpula». De acordo com estudos recentes, esta não possuía cúpula: supostamente, a nave era coberta por uma estrutura cónica de madeira, por razões de estabilidade. O edifício está orientado através de um átrio elíptico; a partir do átrio, um tribelão (portão de três vãos) conduz ao espaço interior. Na parte oriental da construção, onde o relevo desce, sob a abside e as pastophorias, encontram-se caves com abóbadas de armazém.

Igreja do Norte

A primeira igreja que o viajante avista ao vir de Silifke é a Igreja do Norte. Construída entre 460 e 470, é uma igreja de três naves, mas pouco estudada: quase não há informações sobre ela nas fontes.

Cisternas e banhos

Em várias partes do complexo foram registados vestígios de até dez cisternas. Parte delas é construída em tijolo — um material atípico para a Cilícia, indicando tradições de construção específicas do centro de peregrinação da Antiguidade tardia. Segundo os investigadores, nestas cisternas era guardada água «curativa» para os peregrinos. A casa de banhos, ainda parcialmente escondida debaixo da terra, situa-se entre as cisternas e a igreja «abovedada» — aparentemente, era aqui que os peregrinos realizavam a ablução ritual antes de visitarem a caverna.

Factos e lendas interessantes

  • Egeria — peregrina do século IV, cujo «Diário de Peregrinação» é considerado um dos documentos mais importantes da geografia cristã primitiva — visitou Tecla em 384. A sua descrição das celas monásticas e do martírio é o único testemunho contemporâneo sobre a aparência do complexo naquela época.
  • Segundo a lenda, durante a última tentativa de assassinato contra Tecla, a terra abriu-se literalmente e engoliu-a — é por isso que a caverna é considerada simultaneamente o seu refúgio e o seu túmulo. Este motivo do «desaparecimento na terra» é característico da hagiografia das mártires cristãs primitivas.
  • Em 1903, Josef Stszigowski escreveu: «Meriamlik muss ausgegraben werden» («Meriamlik deve ser escavado»). Mais de 120 anos depois, as escavações sistemáticas ainda não foram realizadas — a colina de Meriamlik continua à espera da sua hora.
  • O nome da colina «Meremlik» — «pertencente à Virgem Maria» — surgiu, evidentemente, já na era cristã e mostra como o culto a Tecla se uniu à veneração posterior da Mãe de Deus: duas figuras femininas da Igreja primitiva encontraram-se num único topónimo.
  • A Basílica de Zenão não era apenas uma igreja, mas também um gesto político: Zenão Isauro era originário da Isávria — uma região montanhosa da Cilícia, não muito longe de Meryemlik. Ao construir a maior igreja da região no local do culto a Tecla, ele glorificava simultaneamente a sua terra natal e demonstrava a piedade imperial.

Como chegar

A Igreja de Aya Tekla fica a 4 km a sul de Silifke, na província de Mersin. Coordenadas: 36°21′47″ N, 33°55′51″ E. A partir da estrada D400 (Mersin–Silifke), é necessário desviar 1 km por uma estrada asfaltada; existe também uma estrada vinda de Silifke pela D715.

O aeroporto mais próximo é o Adana Şakirpaşa (ADA), a cerca de 120 km a leste. De Adana para Silifke — autocarros (cerca de 1,5–2 horas); de Mersin para Silifke — autocarros, cerca de 1 hora. De Silifke até ao complexo, é mais conveniente apanhar um táxi (cerca de 5–7 minutos). De carro particular — pela D400 em direção a Silifke, depois seguindo as indicações para «Aya Tekla». O complexo é gerido pelo Ministério da Cultura e do Turismo; a entrada é paga.

Dicas para o viajante

Reserve 2–3 horas para visitar o complexo: a igreja rupestre, as ruínas da basílica e o passeio pela colina exigem tempo. Leve uma lanterna — há iluminação elétrica na caverna, mas é difícil ver as nichos inferiores sem uma fonte de luz adicional. O calçado deve ter sola antiderrapante: a descida para a caverna é feita por uma escadaria e os caminhos de pedra na colina ficam escorregadios quando chove.

A melhor época é a primavera (abril–maio) e o outono (outubro–novembro). No verão, faz calor nas ruínas ao ar livre; na caverna, porém, está sempre fresco — leve um casaco leve. Venha de manhã: não há multidões em Aya Tekla, mas as primeiras horas do dia são sempre mais tranquilas e a luz é melhor para fotografar.

Combine a visita com outros pontos turísticos de Silifke e arredores: o Castelo de Silifke (Silifke Kalesi), o Museu de Silifke com achados antigos, Taşucu com o seu Museu de Ánforas e a rota para Chipre. Para quem se interessa pelo cristianismo primitivo, a visita a Aya Tekla pode ser combinada com a visita à Basílica de Aya Tekla em Tarsus e às catacumbas de Adana — no âmbito de um único itinerário seguindo os passos do apóstolo Paulo. Lembre-se: a Igreja de Aya Tekla é um dos mais antigos centros de peregrinação do mundo cristão no território da Turquia e, mesmo que não seja uma pessoa crente, a atmosfera deste lugar leva-o a abrandar o passo e a ouvir a voz de vinte séculos.

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Perguntas frequentes — A Igreja de Aya Tekla — um santuário subterrâneo perto de Silifke, em Mersin Respostas às perguntas mais frequentes sobre o A Igreja de Aya Tekla — um santuário subterrâneo perto de Silifke, em Mersin. Informações sobre o funcionamento, as possibilidades e a utilização do serviço.
Tekla — personagem do texto apócrifo do século II «Atos de Paulo e Tecla». Segundo a tradição, era uma jovem de Icônia (atual Konya) que, ao ouvir a pregação do apóstolo Paulo, tornou-se sua seguidora e renunciou ao casamento que lhe estava destinado. Após várias salvagens milagrosas da morte, fixou-se nos arredores de Selêucia (Silifke) e passou os últimos anos numa caverna na colina de Meryemlik. Segundo a lenda, quando sofreu mais um ataque, a terra abriu-se e engoliu-a — é por isso que a caverna é considerada simultaneamente o seu refúgio e o seu túmulo. Tecla é venerada como a primeira mulher mártir da Igreja Cristã.
«Meryemlik» traduz-se do turco como «pertencente à Virgem Maria». O nome surgiu já na era cristã e reflete uma interessante fusão de duas figuras femininas da Igreja primitiva: o culto a Tecla acabou por se entrelaçar com a veneração da Virgem Maria, e ambos os cultos uniram-se num único topónimo. Este é um exemplo característico de como os centros de peregrinação cristãos primitivos acumulavam várias camadas de veneração.
A Grande Basílica foi erguida entre os anos 460 e 470, por decreto do imperador Zenão de Isauro, e era a maior igreja de três naves da Cilícia da época. Zenão era natural da Isávria — uma região montanhosa próxima de Meremlik —, pelo que a construção da basílica no local de culto de Tecla foi simultaneamente um gesto religioso e político: uma glorificação da sua terra natal e uma demonstração da piedade imperial. Hoje, da basílica, resta apenas uma parte da abside — a parede oriental, que costuma ser fotografada tendo como pano de fundo o horizonte mediterrânico.
A caverna está equipada com iluminação elétrica e uma escada para descer. No interior, conservam-se fragmentos das paredes de pedra e da abóbada. A norte da caverna, conservam-se parcialmente cisternas antigas, nas quais, segundo os investigadores, era guardada água curativa para os peregrinos. As nichos inferiores da caverna são difíceis de ver, mesmo com luz elétrica, pelo que se recomenda levar uma lanterna — isto permitirá observar detalhes que, de outra forma, ficariam na sombra.
Contrariamente ao que o nome sugere, estudos recentes revelam que esta construção não possuía cúpula: supõe-se que a nave fosse coberta por uma estrutura cónica de madeira, por razões estruturais. O edifício está orientado em torno de um átrio elíptico; a partir do átrio, o tribelão — um portão de três vãos — conduz ao espaço interior. Na parte oriental da construção, sob a abside e as pastophoria, encontram-se caves com abóbadas de armazém. Trata-se de um dos elementos arquitetónicos controversos do complexo, que continua a ser estudado pelos investigadores.
Em 374, o complexo foi visitado por Gregório de Nazianzo (Gregorius Nazianzenus). Em 384, chegou aqui a peregrina Egeria, que deixou uma descrição pormenorizada no «Itinerarium Egeriae» — um dos documentos mais importantes da geografia cristã primitiva. Ela registou que, em torno do martírio de Tecla, existiam celas monásticas para homens e mulheres, e que o próprio martírio se situava no interior de uma igreja cercada por uma muralha. Esta é a única descrição contemporânea da aparência do complexo naquela época.
Nunca foram realizadas escavações sistemáticas em grande escala no monte Meriamlik. Em 1903, o historiador de arquitetura alemão Josef Stschigowski escreveu a famosa frase: «Meriamlik muss ausgegraben werden» («Meriamlik deve ser escavado»). Mais de 120 anos depois, o seu apelo continua por cumprir. Escavações parciais de três semanas realizadas pelos investigadores alemães Ernst Herzfeld e Samuel Guyer permitiram reconstruir as plantas dos edifícios principais. Atualmente, o historiador de arquitetura Metin Akhunbay continua a realizar estudos superficiais.
Sim, Aya Tekla é um dos mais antigos centros de peregrinação do mundo cristão ainda em funcionamento no território da Turquia. A veneração da Santa Tekla está documentada aqui desde o século IV, ou seja, o local é venerado ininterruptamente há mais de dezasseis séculos. A igreja rupestre está aberta ao público e mantém a atmosfera de um santuário paleocristão. O local atrai tanto peregrinos ortodoxos como católicos, bem como todos aqueles que se interessam pela história do cristianismo primitivo.
Sim, o complexo é gerido pelo Ministério da Cultura e do Turismo da Turquia e a entrada é paga. Recomenda-se verificar o preço exato do bilhete imediatamente antes da visita, nos sites oficiais ou no local, uma vez que os preços mudam periodicamente. Se tiver o cartão de museus Müze Kart, vale a pena levá-lo consigo — ele pode dar direito a entrada gratuita ou com desconto.
É conveniente combinar a visita a este complexo com a visita ao Castelo de Silifke (Silifke Kalesi) e ao Museu de Silifke, que exibe achados antigos. Em Taşucu, perto de Silifke, encontra-se o Museu das Ámforas. Para quem se interessa pelo cristianismo primitivo e pelos vestígios do apóstolo Paulo, o itinerário pode ser alargado até à basílica de Yaya Tekla, em Tarsus, e às catacumbas de Adana. Todos estes locais fazem parte de um único itinerário pela Cilícia e podem ser visitados em dois ou três dias.
O estado de conservação dos edifícios do complexo é desigual. A igreja subterrânea escavada na rocha está aberta ao público e dispõe de iluminação. Da Grande Basílica de Zenão, apenas uma parte da abside sobreviveu — esta causa uma forte impressão, mas a dimensão global do edifício tem de ser reconstruída a partir do perímetro da fundação. A igreja «abobadada» e a Igreja do Norte apresentam-se como ruínas com diferentes graus de conservação. Parte das construções, incluindo os banhos, ainda se encontra parcialmente subterrânea — razão pela qual os investigadores há muito apelam à realização de escavações completas.
Manual do usuário — A Igreja de Aya Tekla — um santuário subterrâneo perto de Silifke, em Mersin Manual do usuário do A Igreja de Aya Tekla — um santuário subterrâneo perto de Silifke, em Mersin com descrição das principais funções, recursos e princípios de uso.
O aeroporto de grande dimensão mais próximo é o Adana Şakirpaşa (ADA), a cerca de 120 km a leste do complexo. Há autocarros que ligam Adana a Silifke — a viagem demora cerca de 1,5 a 2 horas. Se vier de Mersin, a viagem até Silifke demora cerca de uma hora. De carro particular, siga pela estrada D400 (direção Mersin–Silifke) e, em seguida, siga as indicações para «Aya Tekla». O mais conveniente é incluir Aya Tekla no itinerário pela costa da Cilícia, combinando-a com outros pontos de interesse em Silifke.
O complexo está situado a 4 km a sul do centro de Silifke. A partir da estrada D400, deve-se virar e percorrer cerca de 1 km por uma estrada asfaltada; existe também um acesso vindo de Silifke pela estrada D715. A forma mais conveniente de chegar é de táxi a partir da estação rodoviária ou do centro de Silifke — a viagem demora cerca de 5 a 7 minutos e é económica. Não existe transporte público que vá diretamente até ao complexo, pelo que o táxi ou o carro particular são a melhor opção.
Compre o bilhete na entrada — o complexo é gerido pelo Ministério da Cultura e do Turismo da Turquia. Use calçado com sola antiderrapante: a descida para a caverna faz-se por uma escadaria e os caminhos de pedra na colina tornam-se escorregadios em tempo húmido. Leve consigo uma lanterna — apesar da iluminação elétrica, as nichos inferiores da caverna são difíceis de ver sem uma fonte de luz adicional. No verão, leve um casaco leve: na caverna está sempre fresco, mesmo no calor.
Comece pelo principal ponto de interesse — a igreja subterrânea (Yeraltı Kilisesi). Desça as escadas e observe os fragmentos das paredes de pedra e da abóbada. Preste atenção às nichos inferiores — é precisamente aí que os detalhes se conservaram melhor, mas exigem iluminação adicional. A norte da caverna, pode observar cisternas parcialmente preservadas. Não se apresse: a caverna é pequena, mas a atmosfera requer tempo para ser apreciada — aqui rezavam os peregrinos desde o século IV.
Depois da gruta, suba até às ruínas da Grande Basílica no topo da colina. Contorne o perímetro das fundações para apreciar a dimensão original da construção — é impressionante, mesmo em ruínas. Tire uma fotografia da parte preservada da abside com o horizonte mediterrânico como pano de fundo. Em seguida, explore a igreja «abovedada» com o seu átrio elíptico e a Igreja do Norte. Entre os locais há trilhos de pedra; reserve pelo menos uma hora para a volta à colina.
Para uma visita completa ao complexo — igreja rupestre, basílica, igreja «abobadada», Igreja do Norte, cisternas e passeio pela colina — recomenda-se reservar 2 a 3 horas. Venha de manhã: não há multidões em Aya Tekla, mas as primeiras horas do dia proporcionam a melhor luz para fotografias e um ambiente mais tranquilo. As melhores épocas são a primavera (abril–maio) e o outono (outubro–novembro): no verão, faz calor nas ruínas ao ar livre, embora na caverna esteja sempre fresco.